
Os agentes federais de execução penal devem paralisar as atividades nesta sexta-feira 04), para chamar atenção para a crise na segurança pública e no âmbito penitenciário. Em Mato Grosso do Sul, o efetivo soma cerca de 240 agentes, que manterão apenas serviços essenciais, como escoltas médicas de emergência, entrega de alimentação, segurança das instalações e cumprimento de determinações judiciais.
O ato se repetirá nos dias 9 e 10 de maio e foi comunicado oficialmente ao Ministro de Estado da Segurança Pública.
“Durante o último período as entidades sindicais representantes dos servidores do conjunto das unidades prisionais federais vêm buscando de forma infrutífera o diálogo com o MESP sem qualquer posicionamento por parte das autoridades às entidades sindicais”, diz o comunicado.
A carreira de agente federal de execução penal, do Departamento Penitenciário Nacional, compreende atualmente cerca de 1 mil servidores públicos federais, que prestam serviços importantes como guardar e custodiar os líderes de facções criminosas, que precisam de cuidados adicionais para não continuarem atuando de dentro do presídio.
“O atual modelo de execução penal não cumpre os objetivos que lhe foram propostos, tais como efetivar as disposições da sentença e proporcionar as condições para a harmônica reintegração social da pessoa presa, ao descompasso, contribui objetivamente para o avanço de organizações criminosas que tem como origem o próprio sistema penitenciário”, segundo a categoria.
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