
Após ser preso, um subtenente da PM (Polícia Militar) passará por procedimentos administrativos, informou a corporação na manhã desta segunda-feira (04.mai). O policial, de 53 anos, foi detido durante um evento em um clube no distrito de Alto Caracol, em Caracol, no sábado (2).
Segundo o boletim de ocorrência, equipes foram acionadas por seguranças para conter uma briga e, a caminho, ouviram um disparo de arma de fogo. Já no local, em meio a uma grande quantidade de pessoas, um homem foi apontado como o responsável pelo tiro. Ao tentarem abordá-lo, ele resistiu, afirmou ser policial militar e tentou fugir entre o público. Mesmo após se identificar como subtenente, continuou desobedecendo às ordens.
Durante a abordagem, o homem questionou a ação dos policiais, alegando ter posição superior na corporação e afirmando que recorreria à Justiça. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Caracol, onde relatou que atirou para o alto após ver o sobrinho ser agredido. Disse ainda que a arma pertence ao pai e estaria regularizada, mas não apresentou documentação.
Questionada sobre os procedimentos adotados e eventuais medidas administrativas, a PM informou apenas que “foram instaurados os devidos procedimentos administrativos sobre o caso. Outras medidas disciplinares poderão ser tomadas, conforme o desenvolvimento das ações”. Mais detalhes não foram divulgados.
Conforme apurado pela reportagem, o subtenente foi liberado após pagar fiança de R$ 2 mil e responderá em liberdade. A soltura ocorreu neste domingo (3).
Em nota, a corporação também afirmou que “não coaduna com qualquer comportamento inadequado por parte de seus integrantes, zelando sempre pela prestação de um serviço de qualidade à população, fator crucial para uma sociedade mais segura”.
18/09/2026
"Ceará do CV" é morto pela PM durante abordagem em Guia Lopes da Laguna
18/09/2026
PF investiga 2 anos de desvios de encomendas dos Correios em MS
18/09/2026
Na BR-376 em Vicentina, carga de milho escondia 5,2 toneladas de maconha em rodotrem
18/09/2026
Antes do tiro, facções criam redes de influência e avançam pelo interior de MS