
Farejador do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul, “Chefão”, um cão da raça Bloodhound, morreu neste fim de semana, após anos de serviços prestados. O anúncio foi feito na página mantida pelo canil da corporação no Instagram.
(Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
“Parceiro de farda incansável”, segundo o post, o cachorro ficou conhecido por sua atuação em missões de busca e salvamento. “Dedicou seu faro à missão de salvar vidas no Corpo de Bombeiros Militar”.
A nota de falecimento também expressa solidariedade ao condutor de “Chefão”, sargento Monteiro, e ao auxiliar, sargento Luciclei, que atuavam diretamente com o animal. “Que os corações de todos aqueles que o cercavam sejam confortados“.
(Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Ao longo da “carreira”, o farejador participou de treinamentos. Em julho de 2025, por exemplo, esteve em Indaiatuba (SP), ao lado de seus condutores, para aprimorar técnicas de mantrailing, modalidade de rastreamento que utiliza o olfato do cão para localizar pessoas desaparecidas a partir de odores específicos.
A atividade é considerada essencial em operações de resgate. Por meio dela, os cães conseguem seguir trilhas humanas em diferentes ambientes, ampliando as chances de encontrar vítimas com vida.
Os Bloodhound são reconhecidos mundialmente por sua capacidade olfativa extraordinária. Esses cães possuem cerca de 300 milhões de receptores olfativos, número muito superior ao dos humanos, o que permite que rastreiem odores mesmo após vários dias. A raça é ainda conhecida por seu temperamento dócil, sendo um animal paciente e companheiro no convívio diário.
Bloodhound descansando durante missão (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Por Anahi Zurutuza
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