
Ana Luisa Ruas se surpreendeu com a imagem de Nossa Senhora Aparecida no Parque das Nações. A santa não estava no “traje” padrão, com manto sagrado, mas "vestida" com toco de uma árvore. A silhueta alegrou a devota, que caminhava pelo local quando viu a cena sem querer. Segundo Ana, a imagem chamou a atenção ainda de longe.
Ana Luisa Ruas - Reprodução/Arquivo Pessoal
Em um primeiro olhar, ela acreditou estar diante da figura de Nossa Senhora. Ao se aproximar, percebeu que a forma estava desenhada no toco de uma palmeira, mas a semelhança continuou impressionando.
“Eu estava pensando nela. Então, eu vi a imagem de Nossa Senhora antes de chegar perto. Depois verifiquei que era um toco de palmeira,” relatou.
Reprodução/Arquivo Pessoal
A descoberta veio em um momento em que, para ela, já era de recolhimento e fé. Ela conta que naquele dia nem foi ao parque para caminhar, como de costume. O objetivo era outro: o recolhimento e oração"
Ela estava sentada e, pouco antes de voltar para casa, decidiu se aproximar mais do lago. Foi então que avistou a silhueta. A cena, segundo ela, trouxe alegria e reforçou o sentimento de devoção.
"Não é mérito meu ver a imagem de Nossa Senhora, é a graça, o Espírito Santo que nos move. E foi ele que pediu p eu olhar para aquela direção. Fiquei muito feliz. Era como se ela me falasse: estou em todos os lugares próximo daquele que crê em Jesus Cristo! próxima daqueles que creem no meu filho Jesus".

Imagem "estava" em um toco de madeira no parque das Nações (Foto: Ana Ruas)
Foi nessa ocasião que decidiu registrar a cena. Na foto, a luz refletida no lago cria um efeito que, de acordo com ela, parece sair da própria silhueta. Para Ana Luisa, o detalhe tornou o momento ainda mais marcante.
Ela também observa que a imagem pode ser percebida de maneiras diferentes, dependendo do ângulo em que a pessoa olha. "Nem todos os ângulos se vê Nossa Senhora. Depende de alguns pontos de vista".
Para a devota, o episódio tem um significado que vai além da coincidência visual. Ana Luisa relaciona a imagem à fé mariana e à importância de Maria na tradição cristã. “Através do ‘sim’ de Nossa Senhora é que nasceu o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo”, afirmou.
A reflexão dela encontra eco em uma passagem do livro Silêncio de Maria, de Frei Ignácio Larrañaga, onde Maria é o maior exemplo de fé que existe. "Em Maria resplandece a maturidade humana e a elegância espiritual”.
Por Natália Olliver
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