
Na noite de ontem, sábado (17.jan), por volta das 21h45, a Polícia Militar de Naviraí, foi acionada para comparecer nas dependências da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), onde segundo informações iniciais, teria ocorrido um disparo de arma de fogo em um dos quiosques.
Duas guarnições, Rádio Patrulha e Trânsito da Polícia Militar, atenderam a uma ocorrência, onde ao chegarem ao clube, os policiais encontraram diversos frequentadores com ânimos exaltados em dois quiosques onde havia consumo de bebida alcoólica. Foi constatado no local que um disparo de arma de fogo havia atingido o tronco de uma árvore na vegetação adjacente, fato este que desencadeou a confusão e as múltiplas ligações para o serviço de emergência.
Durante as averiguações, um dos envolvidos identificou-se como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), informando possuir diversas armas no interior de seu veículo, que estava estacionado nas proximidades. Diante da gravidade e dos vestígios encontrados tanto na árvore quanto no automóvel, o comando do policiamento se fez presente no local para gerenciar a ocorrência, acionando também a Perícia Técnica.
Ao realizarem a abertura do veículo, os peritos confirmaram a presença de um vasto arsenal no porta-malas sendo um Rifle calibre .22, uma pistola Taurus calibre .380, uma pistola Glock calibre 9mm e um revólver Taurus calibre .357 Magnum. A perícia constatou que, no tambor do revólver .357, havia uma munição deflagrada. Além do armamento, foi encontrada munições de calibres variados (.22, .357, .40 e 9mm), além de carregadores e coldres velados.
A ocorrência também envolveu um policial militar que se encontrava em um dos quiosques. Conforme o registro, a arma da carga da PMMS pertencente ao militar havia sido retirada de sua posse por integrantes do outro quiosque durante o tumulto. O armamento foi e entregue ao oficial comandante da operação para as apurações necessárias no âmbito militar.
Ao final dos procedimentos no local, tanto o CAC quanto o policial militar foram conduzidos ao 1ª DP (Delegacia de Polícia Civil) na condição de suspeitos.
A ocorrência que foi registrada como disparo de arma de fogo e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, segue sendo investigada.
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