
O Palmeiras não vê a hora de o dia 9 de agosto chegar logo. O clube aguarda com ansiedade a data da partida de volta das oitavas de final da Copa Libertadores contra o Barcelona, do Equador, no estádio Allianz Parque, em São Paulo, para superar o momento de decepção e se proteger de uma crise que pode mexer radicalmente com o time.
A eliminação nas quartas de final da Copa do Brasil diante do Cruzeiro deixou o Palmeiras apenas com a Libertadores como a oportunidade mais real de título. Com chances remotas no Campeonato Brasileiro, o clube que investiu cerca de R$ 100 milhões em contratações para 2017 teme amargar o fracasso de, em caso de nova queda, ver a temporada acabar sem título.
Se não conseguir reverter a desvantagem de 1 a 0 para o Barcelona-EQU, o Palmeiras terá em agosto uma mudança brusca de planejamento para a temporada. Como a janela de transferências internacionais estará aberta, é provável que o elenco perca jogadores que têm sondagens de times europeus.
O Palmeiras buscou minimizar o impacto da eliminação, por entender que a Libertadores será a salvação. A queda na Copa do Brasil tirou do clube a premiação de cerca de R$ 11 milhões pelo título e frustrou o bônus que receberia da patrocinadora, Crefisa, se fosse campeão. “Ter sido eliminado não quer dizer que tudo está ruim”, disse o volante Bruno Henrique.

Cuca vai comandar o Palmeiras diante do Barcelona (Foto: Diego Nigro/JC Imagem/Estadão Conteúdo)
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