
A transferência do policial Nilson Fernandes Sena Júnior, de 43 anos, do 3° Pelotão de Anaurilândia, para o Presídio Militar Estadual de Campo Grande, se trata de um procedimento padrão, justifica a assessoria da Polícia Militar. Ele foi preso no mês passado após participar de festa em Bataguassu.
Além de “matar serviço”, Nilson foi a uma festa na cidade de Bataguassu, durante a pandemia da covid-19. Após denúncia, policiais foram até o local para acabar com a “festinha”, e Fernandes desacatou as autoridades e tentou impedir que eles encerrassem a confraternização.
Ele acabou preso e perdeu o comando do 3° Pelotão de Anaurilândia. Agora foi e nomeado por “inconveniência” para atuar na Diretoria de Gestão do Presídio Militar Estadual, mesmo local onde ficou detido.
Segundo a assessoria da Policia Militar, o policial “não ganhou” um cargo novo e sim apenas foi transferido a outra função, por se tratar de um procedimento padrão. Ele vai continuar recebendo o mesmo salário (R$ 13 mil), como está previsto em lei, mas sem qualquer adicional ou bonificação por função de comando ou confiança.
A PM ainda destacou que além do processo judicial, Nilson deve responder por outro processo administrativo, que após todo trâmite, vai decidir pela absolvição ou punição ao servidor, que vai de uma simples advertência à exclusão da corporação.
Caso - Segundo relato dos policiais que atenderam a denúncia da festa em Bataguassu, o local estava com muita aglomeração e som alto, e ao tentar encerrar o evento, Nilson Fernandes se indispôs e desacatou os colegas.
Os organizadores do evento também foram presos por infração a medida sanitária. Já o oficial foi autuado por crime contra o serviço e dever militar, assim como abandono de posto e outros crimes.
O juiz que converteu a prisão em preventiva citou que neste momento de pandemia a corporação deve fazer a contenção destas festas.
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