
Preso na noite deste domingo (16), Charles Miller Viola, 44 anos, apontado como sócio do narcotraficante Luiz Carlos da Rocha, o “Cabeça Branca”, usava nome falso de Carlos Roberto da Silva há pelo menos duas décadas.
Morando desde dezembro do ano passado em condomínio de luxo em Dourados, a 233 km de Campo Grande, Charles foi preso por equipe do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado), da Polícia Civil, em local não informado, na região norte de Mato Grosso do Sul, e levado para a Capital.
Nesta segunda-feira, equipes do Dracco e do SIG (Setor de Investigações Gerais) cumprem mandado de busca e apreensão na residência onde ele mora com a mulher e filhos. A mansão alugada fica no condomínio de luxo Ecoville, onde o preço médio das casas gira em torno de R$ 3 milhões e o aluguel custa em média R$ 7.500.
A reportagem apurou que além de Charles Viola, registrado na portaria do condomínio como Carlos Roberto da Silva, moram na casa a mulher dele e o filho do casal, de 15 anos. Aos policiais, eles alegaram não saber que o homem usava nome falso.
De acordo com informações policiais, com o nome falso, Charles Viola operava os negócios de “Cabeça Branca” em Mato Grosso do Sul. Recolhido no Presídio Federal de Catanduvas (PR), o narcotraficante mantém propriedades, lavouras de soja e criação de bois no Estado, em nome de “laranjas”.
Até 14h30 os policiais continuavam na mansão. Um cão farejador da Polícia Civil foi levado ao local para auxiliar nas buscas.
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