
Das 40 ordens de prisão preventiva na operação “Ponto Cego”, 27 foram contra alvos da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) que já estão presos, mas, mesmo intramuros, seguem ativos no crime.
De acordo com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), apesar de reclusos em presídios de Mato Grosso do Sul, eles mantêm práticas como tráfico de drogas, roubos e homicídios nos chamados “Tribunais do Crime”.
A operação foi realizada em Campo Grande, São Gabriel do Oeste, Dourados e Sidrolândia. Além das prisões, a Justiça autorizou cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão.
Em Campo Grande, foram realizadas prisões nos bairros Jardim Anache e Santa Emília. A ação tem apoio do Bope (Batalhão de Operações Especiais) e Batalhão de Choque da Polícia Militar.
Em Dourados, a 233 km da Capital, um mandado de prisão foi cumprido com apoio de policiais militares e de equipes do DOF (Departamento de Operações de Fronteira). O homem de 23 anos, identificado como Gabriel, foi preso no Jardim Independência e levado para a 1ª Delegacia de Polícia Civil.
Ponto Cego - O nome da operação expressa a necessidade de isolar os principais integrantes da organização criminosa, dentro dos presídios, para impedir que continuem a cometer crimes.

Homem preso pelo Bope durante operação na manhã desta terça-feira. (Foto: Kisie Ainoã)

Homem de 21 anos (de mascára) foi preso no Jardim Anache durante operação. (Foto: Kisie Ainoã)

Preso em Dourados foi levado para a 1ª Delegacia de Polícia Civil (Foto: Adilson Domingos)

Policiais que participam da operação no momento em que chegavam à delegacia (Foto: Adilson Domingos)
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