Sábado, 21 de Março de 2026

DATA: 16/10/2019 | FONTE: Agência Brasil Chefão do narcotráfico é entregue à Polícia Federal brasileira Chefão do narcotráfico é entregue à Polícia Federal brasileira

O narcotraficante brasileiro Levi Adriani Felício, de 52 anos, foi entregue nesta terça-feira (15) à Polícia Federal brasileira. O criminoso foi preso na segunda-feira(14), por agentes da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas), no apartamento em que estava morando há pouco mais de um mês na Vila Morra, em Assunción, PY.

Levi deixou a cidade por volta das 17h de avião da FAP (Força Aérea do Paraguai) rumo até Alto Paraná, estado paraguaio vizinho do Paraná. Do local “ele foi entregue à Polícia Federal brasileira em Foz do Iguaçu, PR”, confirmou a reportagem o promotor de Justiça Hugo Volpe, que lidera a luta contra o crime organizado no Paraguai.

Ainda não foi divulgado o presídio onde levi será mantido preso. O criminoso é apontado como um dos chefões do narcotráfico pela fronteira e principal fornecedor de drogas para o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho. Pelo Twitter até o presidente do Paraguai comemorou a expulsão do foragido.

"Com a expulsão de Levi Adriano Felicio, chegam 8 o número de narcotraficante detidos e postos à disposição da justiça, pela Senad em pouco mais de um ano. Firmes contra o crime organizado!", comentou o presidente paraguaio Mario Abdo Benítez.

Prisões

O braço direito de Lavi, Márcio Gayoso, de 27 anos, também preso ontem (14) em Pedro Juan Caballero. A operação, denominada Norte, para prender os traficantes foi realizada pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) após dois anos de investigação.

Levi e Márcio eram procurados pela polícia do Paraguai e do Brasil. Candonga era o responsável em receber os carregamentos em Pedro Juan Caballero e entregar às facções, através de Ponta Porã (MS), cidade a 323 km de Campo Grande.

No luxuoso apartamento de Levi, localizado no 2º andar, foram apreendidos projéteis de vários calibres, armas longas e curtas, veículos, dinheiro e documentos. Uma mulher de nacionalidade brasileira que estava com Levi também foi detida. O nome dela ainda não foi divulgado. Segundo o site ABC CollorLevi é suspeito de participar de um ataque ao senador RobertAcevedo, em 2010.


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